As 10 melhores seleções que não venceram a Copa do Mundo

Falta pouco menos de 1 ano para o maior torneio de futebol do planeta, e a empolgação já toma conta. Aquela competição que deixa você empolgado 24h por dia, faz você criar interesse em assistir até o jogo mais aleatório que se possa imaginar.

Ansioso por isso, trago a vocês uma lista com as melhores seleções que não conquistaram a Copa, lógico, em minha opinião e baseada em pesquisa. Vamos lá.

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Brasil, 1982-86

Tinha um quarteto de estilistas no meio: Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico, todos no auge. Nas laterais, os craques Leandro e Júnior. Na zaga, o vigor de Oscar e a categoria de Luizinho. E os poderosos chutes de Éder. Trunfos que compensavam a falta de um centroavante com a mesma categoria do resto do time. Serginho foi a solução diante de um Reinaldo fora de forma e de Careca contundido. O goleiro também não era o melhor do País. Contra a ótima Itália, erros e desentrosamento foram fatais.

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Brasil, 2006

Uma das seleções mais talentosas que tivemos, pelo menos individualmente falando. Contávamos com a maiorias dos craques em seus auges. Lembrando que, Ronaldinho eleito melhor jogador do mundo 2004 e 2005, acabara de ter conquistado a Champions League pelo Barcelona, o ano perfeito. Tínhamos Kaká, que em 2007 seria o melhor do mundo, Ronaldo, bom, é o Ronaldo. Adriano, Robinho jogando muita bola, bom, eram muitos talentos que definitivamente não deram certo.

Holanda 1974

Holanda, 1974

A Laranja Mecânica ficou conhecida pela mais radical revolução tática da história das copas, o “futebol total”, com mudanças constantes de posição e introduzindo conceitos absolutamente atuais. Entre eles, a marcação pressão, a linha de impedimento para diminuir espaços e a movimentação como algo mais importante que a formação tática de referência. Além disso, tinha craques, como Neeskens, Resenbrink, e o gênio Johan Cruyff.

Holanda 1988

Holanda, 1988

Conquistou o maior título da Holanda até hoje, a Eurocopa de 1988. A geração foi a maior desde Cruyff, com o trio composto pelo volante Frank Rijkaard e a mortal dupla de ataque composta por Gullit e Van Basten, espinha dorsal do Milan bicampeão da Champions League. Na final, contra a União Soviética, Van Basten marcou um de seus gols mais incríveis. Mesmo já fora do auge, era uma das favoritas na Copa de 1990. Mas decepcionou e caiu contra a Alemanha, sem vencer nenhum jogo.

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Holanda, 1998

Foi o ápice da terceira grande seleção holandesa, a primeira a de Cruyff e a segunda Gullit e Van Basten. Tinha o goleirão Van der Sar, a ótima dupla de zaga Jaap Stam e Frank de Boer, no meio, Davids e Ronald de Boer e, na frente, o craque Bergkamp. E ainda o volante Seedorf, no banco. Além do ótimo técnico Guus Hiddink. Fez alguns dos melhores jogos na Copa, na vitória emocionante contra a Argentina e na derrota para o Brasil, nos pênaltis.

Italia 1968

Itália, 1970

Campeã da Eurocopa de 1968 e vice-campeã da Copa de 1970, tinha uma das maiores defesas da história italiana. No ataque, o destaque era Luigi Riva. Mas, o treinador italiano Ferruccio Valcareggi insistia na tese de que os craques do meio de campo Mazzola e Rivera não podiam jogar juntos. Este último, melhor jogador da Europa em 1969, passou a maior parte da Copa de 70 no banco, apesar de mudar o time quando entrava. A semifinal com a Itália foi um dos maiores jogos da história, um 4 a 3 com duas viradas, na prorrogação. Pararam no Brasil de Pelé.

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França, 1982-86

Sob comando de Platini, outros destaques eram Giresse, Tiganá, Fernandéz, Bossis e Tresor. De futebol, criativo e ofensivo, parou nas semifinais tanto em 1982 quanto em 1986. Nas duas ocasiões, perdeu para a Alemanha. O auge viria em 1984, com o título da Eurocopa em casa. Foi o maior título francês até Zidane comandar a campanha vitoriosa de 1998.

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Bulgária, 1994

A Copa de 1994 foi marcada pelo grande futebol de seleções surpreendentes, como Romênia, Suécia, Nigéria. E a Bulgária, quarta colocada, foi a melhor delas. Quarta colocada, tinha grandes jogadores como Letchkov, Balakov e o explosivo craque Stoichkov – este último o artilheiro, com 6 gols. Após desastrosa estreia, quando perdeu para a Nigéria por 3 a 0, fez 4 a 0 na Grécia e 2 a 0 na Argentina de Maradona. Então, passou por México e pela então campeã Alemanha. Parou na Itália.

Dinamarca 86

Dinamarca, 1986-92

Com bons resultados desde 1983, a equipe chegava ao mundial com fama de “Dinamáquina”. Introduziu uma inovação tática que se espalhou pelo mundo: o 3-5-2, que ocupava o meio de campo e ampliar a força pelos lados. Além da tática, tinha craques como Michael Laudrup. No “grupo da morte”, venceu a Escócia de Alex Ferguson, massacrou o Uruguai, por 6 a 1, e bateu a Alemanha por 2 a 0. Mas foi massacrada por 5 a 1 contra a Espanha. Voltaria a brilhar na Eurocopa de 1992, quando foi campeã.

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Uruguai, 1970

Foi a melhor geração uruguaia após os times campeões do mundo de 1930 e 1950. Tinha como destaques o goleiro Mazurkiewicz, o zagueiro Ancheta e os atacantes Cortez e Cubilla. Mas o craque e cérebro do time, Pedro Rocha, contundiu-se já na primeira partida e ficou fora da Copa, após brilhante desempenho em 1966. Mesmo assim, chegou às semifinais e só caiu diante do Brasil de Pelé.

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Argentina, 1994

Entra na lista pelo que poderia ter sido e não foi, com uma das maiores gerações da argentina: o goleiro Goycochea, os zagueiros Sensini e Ruggeri, os volantes Redondo e Simeone, o meia Ortega, os atacantes Caniggia e Batistuta e, claro, Maradona. Estreou com duas vitórias, mas num grupo equilibrado, só se classificou porque havia vaga para terceiros colocados. Com Maradona suspenso por doping, caiu diante da Romênia.

Gostaram da lista? Quem vocês tirariam ou acrescentariam? Deixem ai nos comentários!

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