8 motivos que fazem a Libertadores ser muito melhor do que a Champions League

A Champions League é um dos torneios mais badalados do mundo, porém, quando se trata de emoção, torcida e paixão, ela não passa nem perto da Libertadores. Sabendo disso, trazemos aqui 8 motivos que comprovam nossa opinião. Confira:

8- Torcida

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Em termos de atmosfera, não há comparação entre os estádios europeus e os sul-americanos. Com o passar das décadas, as modernas e confortáveis arenas dos principais clubes do velho continente transformaram-se em verdadeiros teatros. Absolutamente nada contra a arte dramática, mas o comportamento do público em um teatro e em um estádio não pode ser o mesmo.

Aqui a torcida ainda faz muita, muita diferença. Quantas badaladas equipes brasileiras já tremeram em acanhadas canchas sul-americanas? Quantas vezes o Maracanã, o Mineirão e o Morumbi foram motivo de medo para nossos adversários?

7- Campeões surpreendentes

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Barcelona, Real Madrid e Bayern de Munique chegaram a um nível de superioridade quase que absoluta na Champions League – os três gigantes quase sempre chegam as semi-finais. A última vez em que aconteceu uma verdadeira zebra foi em 2004, quando o Porto levantou a taça.

A Libertadores é muito mais imprevisível. Em 2012, 2013 e 2014, o campeão foi um clube que nunca havia conquistado o maior títulos das Américas. Campeão desta edição, o River Plate teve uma participação pífia na primeira fase e foi passando aos trancos e barrancos até a grande final.

Pode até ser um nivelamento por baixo, mas a competição sul-americana é muito mais equilibrada.

4- Recepção

Os recebimentos feitos pelas torcidas sul-americanas são espetáculo à parte. Bandeiras, fogos, papel picado e muita cantoria. É um tapa na cara daqueles que querem elitizar e higienizar o futebol.

A cada recebimento da Taça Libertadores, o futebol resiste.

5- Desafios extracampo

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​Altitude, gramados sintéticos, falta de estrutura e a desorganização da Conmebol. Qualquer clube que queira levantar a Taça Libertadores terá de enfrentar desafios também fora das quatro linhas.

Esportivamente, estes elementos não agregam a disputa. Contudo, é inegável que o torneio ganha muito em folclore. O meia Anderson que o diga.

4- O nascimento de nossos astros

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​Antes de se tornarem grandes estrelas do futebol mundial, boa parte dos jogadores sul-americanos jogam a Libertadores. Neymar, Luis Suárez, James Rodriguez e Alexis Sanchez, alguns dos principais nomes do continente na atualidade, participaram da competição ainda muito garotos.

Depois de consagrados, muitos voltam veteranos para suas equipes de coração. Verón fez isso e levantou a taça em 2009 com o Estudiantes. Ronaldinho Gaúcho encantou o continente com o Galo. Diego Milito recentemente voltou para o Racing. Este ano, Tevez retornou para a Bombonera e Diego Forlán assinou com o Peñarol.

É claro que é uma pena não poder ver estes craques em ação em seu auge. Mas acompanhar o seu desenvolvimento ainda muito jovens – e os finais de suas carreiras – também é um privilégio.

3- Sentimento

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O sentimento de vencer a maior competição da América é inexplicável. Obsessão de qualquer torcedor sul-americano, a Libertadores é a glória máxima de qualquer clube de futebol do continente.

Em termos de emoção, envolvimento dos jogadores e participação da torcida, nenhuma competição no mundo se compara com ela.

2- Final ida e volta

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O time vai lá, luta, se esforça o ano inteiro para conseguir chegar na final do torneio mais difícil que disputa. Tudo para não jogar a partida decisiva em sua casa. É assim que acontece na Champions League.

Poucas coisas são tão lindas quanto comemorar um título conquistado na sua cidade, em seu estádio e com a sua torcida. Ainda mais em partidas de ida e volta, em que o fator local é preponderante – os últimos cinco campeões da Libertadores decidiram em casa.

Ponto para a Libertadores.

1- Garra

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​Não existe bola perdida na Libertadores. Cada palmo do campo é disputado como se fosse um último pedaço de grama da face da Terra. Isto faz com que o jogo tenha um nível de competitividade muito alto, apesar do aspecto técnico não ser necessariamente refinado.

Texto de Darci Nunes


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